quarta-feira, 29 de março de 2017

Curar o sonho - estudo do capítulo 4

O sonhador que duvida da realidade do seu sonho, enquanto ainda está sonhando, não está realmente curando a sua mente dividida. (T-4, I, 4: 3).

Negar a consistência do sonho não é o mesmo que transformar a mente. Negar este mundo pode ser feito de modo intelectual e lógico, contudo não é o suficiente para liberar o conteúdo de ataque inconsciente da mente. Só o processo de perdão é efetivo no sentido de permitir que o Espírito Santo dê um novo significado aos símbolos do sonho, preparando a mente para o despertar. A aplicação universal do perdão a todos os seres e a todas as situações nos conduz ao caminho de casa. O perdão é o processo de aceitação da inocência de todas as coisas, compreendidas como projeção de nossa própria mente.   


quarta-feira, 8 de março de 2017

O Espírito é, o ego tenta ser - estudo do capítulo 4

O espírito não precisa ser ensinado, mas o ego tem que ser. O aprendizado é, em última instância, percebido como assustador porque conduz ao abandono e não à destruição do ego à luz do espírito. (T-4, I, 3, 1).

Nossa essência é espírito. Lembrando que aqui esse termo se refere à unidade, não à projeção de um corpo individual em qualquer outra dimensão. No despertar, repousamos sem esforço algum. Não há artifícios. Quando não fortalecemos nenhum tipo de ilusão, nosso ser já é pleno. Nada precisa acrescentar, descobrir ou saber. No entanto, como já vimos, nossa mente se identificou  com um sonho de separação. O ego, como símbolo principal deste sonho, precisa ser reforçado constantemente, uma vez que é artificial. Ele não existe, assim como todos os outros símbolos deste mundo. Em resumo, a verdade é. A ilusão tenta ser, por isso a quantidade imensa de esforço para sustentar algo que seja irreal.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Liberação do ego - estudo do capítulo 4

O espírito não precisa ser ensinado, mas o ego tem que ser. O aprendizado é, em última instância, percebido como assustador, porque conduz ao abandono e não à destruição do ego à luz do espírito (T-4, I, 3: 1-2)

O Espírito é natural. O ego é uma invenção. Para crer no ego, precisamos crer em diversas ilusões sobrepostas. Já o Espírito é nossa casa. Não precisa de artifícios. Ninguém tem necessidade de aprender o que já seja natural. No processo de despertar, o ego é iluminado pelo Espírito Santo. Então, é reconhecido pelo que é: uma ilusão. Nem boa, nem má. Totalmente impecável como todas as outras ilusões. Esse processo pode gerar medo, em princípio. Por algum tempo, ainda acreditaremos que o ego seja nossa verdadeira identidade. E lançar luz sobre ele é revelar o quanto ele é fictício. 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Briga pela forma - comentários

É muito comum que nós estudantes acabemos usando a teoria do curso como justificativa para o julgamento. O ego sempre usa qualquer forma no intuito de separar. Mas a prática do curso não se atém à linguagem. Claro que ele tem sua forma específica. No entanto, não foca no símbolo e sim no conteúdo da mente. Usar a metafísica ou mesmo o conceito de perdão para segregar é um equívoco comum. Não são as palavras que curam e sim o propósito. O trabalhador de milagres foca em sua própria Expiação. Não precisa ensinar ninguém. Quando ouvimos a Voz do Espírito Santo vemos nossas semelhanças e qualquer jogo de separação cessa. Somos capazes, inclusive, de observar nosso ego em ação sem julgá-lo. Esse é o verdadeiro processo de perdão.   

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

sábado, 9 de abril de 2016

Jornada inútil - estudo do capítulo 4



A jornada à cruz deve ser a última jornada inútil (T-4, introdução, 3: 1).

O foco na crucificação é um prato cheio pro ego. O Filho de Deus não pode ser atacado ou morto. Ferir ou ser ferido são enredos ilusórios de separação. Cristo é invulnerável, pois repousa em sua natureza serena e íntegra. Só em pesadelos o Filho de Deus pode sofrer dano. O Espírito Santo nos ensina que qualquer tipo de perda é um embuste. Somos perfeitos e completos. O semblante justo que devolvemos ao mundo, portanto, é confiante e pleno. Quando lúcidos, não há coroa de espinhos. A ênfase na cruz não é necessária, pois Cristo jamais sofreu. Ele é o símbolo de que o sofrimento é uma ilusão.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Mente livre - estudo do capítulo 3



Tu não podes resolver o problema da autoridade desprezando o poder da tua mente (T-3, VII, 2:1).

Somos o Filho de Deus. Nossa verdadeira identidade não pode ser maculada. É pra sempre íntegra, plena e inocente. Ainda sim, nossa mente tem total liberdade de sonhar com o que quiser. Não somos proibidos de nada. O Espírito Santo não interfere em nosso poder de escolha em sonhar o impossível, nos estimulando a perceber que nossa mente é tão livre e poderosa como Cristo.