quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Liberação do ego - estudo do capítulo 4

O espírito não precisa ser ensinado, mas o ego tem que ser. O aprendizado é, em última instância, percebido como assustador, porque conduz ao abandono e não à destruição do ego à luz do espírito (T-4, I, 3: 1-2)

O Espírito é natural. O ego é uma invenção. Para crer no ego, precisamos crer em diversas ilusões sobrepostas. Já o Espírito é nossa casa. Não precisa de artifícios. Ninguém tem necessidade de aprender o que já seja natural. No processo de despertar, o ego é iluminado pelo Espírito Santo. Então, é reconhecido pelo que é: uma ilusão. Nem boa, nem má. Totalmente impecável como todas as outras ilusões. Esse processo pode gerar medo, em princípio. Por algum tempo, ainda acreditaremos que o ego seja nossa verdadeira identidade. E lançar luz sobre ele é revelar o quanto ele é fictício. 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Briga pela forma - comentários

É muito comum que nós estudantes acabemos usando a teoria do curso como justificativa para o julgamento. O ego sempre usa qualquer forma no intuito de separar. Mas a prática do curso não se atém à linguagem. Claro que ele tem sua forma específica. No entanto, não foca no símbolo e sim no conteúdo da mente. Usar a metafísica ou mesmo o conceito de perdão para segregar é um equívoco comum. Não são as palavras que curam e sim o propósito. O trabalhador de milagres foca em sua própria Expiação. Não precisa ensinar ninguém. Quando ouvimos a Voz do Espírito Santo vemos nossas semelhanças e qualquer jogo de separação cessa. Somos capazes, inclusive, de observar nosso ego em ação sem julgá-lo. Esse é o verdadeiro processo de perdão.   

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

sábado, 9 de abril de 2016

Jornada inútil - estudo do capítulo 4



A jornada à cruz deve ser a última jornada inútil (T-4, introdução, 3: 1).

O foco na crucificação é um prato cheio pro ego. O Filho de Deus não pode ser atacado ou morto. Ferir ou ser ferido são enredos ilusórios de separação. Cristo é invulnerável, pois repousa em sua natureza serena e íntegra. Só em pesadelos o Filho de Deus pode sofrer dano. O Espírito Santo nos ensina que qualquer tipo de perda é um embuste. Somos perfeitos e completos. O semblante justo que devolvemos ao mundo, portanto, é confiante e pleno. Quando lúcidos, não há coroa de espinhos. A ênfase na cruz não é necessária, pois Cristo jamais sofreu. Ele é o símbolo de que o sofrimento é uma ilusão.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Mente livre - estudo do capítulo 3



Tu não podes resolver o problema da autoridade desprezando o poder da tua mente (T-3, VII, 2:1).

Somos o Filho de Deus. Nossa verdadeira identidade não pode ser maculada. É pra sempre íntegra, plena e inocente. Ainda sim, nossa mente tem total liberdade de sonhar com o que quiser. Não somos proibidos de nada. O Espírito Santo não interfere em nosso poder de escolha em sonhar o impossível, nos estimulando a perceber que nossa mente é tão livre e poderosa como Cristo.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Já somos plenos - estudo do capítulo 3



Quando fazes alguma coisa para preencher uma falta percebida, estás demonstrando tacitamente que acreditas na separação (...). A inventividade é um esforço desperdiçado mesmo na sua forma mais engenhosa (T-3, V, 2: 4 e 7).

Qual a necessidade que temos além de Deus? Em essência, nenhuma.
Contudo, quando nos identificamos com a separação, projetamos um universo inteiro que reflete um jogo de falta. Em consequência, ficamos correndo atrás de  coisas que pareçam nos preencher. Essas ilusões podem ser bastante engenhosas. A solução para o sentimento de falta é mais simples: o Filho de Deus continua unido ao Pai. Jamais deixou de ser completo.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Símbolos de transição - estudo do capítulo 3



Tu podes ter tua mente disposta ao que é certo ou errado e até mesmo isso está sujeito a graus, demonstrando claramente que o conhecimento não está envolvido (T-3, IV, 4: 2).

Jamais nos dissociamos completamente do Espírito. 

Mesmo na criação errada a mente está afirmando sua Fonte ou simplesmente deixaria de ser (T-3, IV, 5: 10).

Quando identificados com o ego, projetamos ilusões. Quando identificados com o Espírito Santo, estendemos amor. Nosso foco neste momento é cultivar a percepção correta que abre caminho pro despertar. A natureza do Espírito é criar infinitamente. Mas essa criação se assemelha a um expandir ilimitado. Nada tem a ver com a forma concreta. Enquanto estamos sonhando, porém, Cristo nos ajuda a eleger símbolos de integridade para refletir a beleza do Céu. Esses símbolos nos ajudam a lembrar nossa natureza eterna e inocente. Em si mesmos são meras representações. Quando cumprem sua função, tornam-se desnecessários.